domingo, 28 de setembro de 2008

alguns de meus Pensamentos

De certo que, o esforço de um ano de luta, não bastará para alcançar o alvo desejado nos ensaios que buscamos, mas, servir-nos-á para somar experiências às conquistas do passado.Recomeçar no propósito de alcançarmos uma vida maior, não e apenas uma necessidade na conquista dos valores eternos, como também um dever perante a felicidade que devemos ao mundo, nas ultimilenárias parcelas de renuncia e amor a nosso favor.Se incansável na luta de servir por amor sem distinção de raças ou credos. Não reclames nem te negues ao bem de todos! Os que por ventura receberam tua migalha de colaboração no setor em que a vida te colocou e hoje te desconhecem a presença, continuam a ser teus irmãos em humanidade, com a possibilidade de que retornem ao teu coração, com a mesma necessidade de auxilio. Não mais na mesma faixa de sofrimento sem que os conhecestes, mas na figura de um familiar achegado requisitando-te temperança e amor.As mães dos que tombaram na criminalidade e no erro na longa estrada da Vida não perderam a esperança da vitória do bem sobre o mal,e, empenhadas no felicidade dos rebento amados fizeram-se fortes na dor e na renúcia constante, arcando novamente com o fardo da responsabilidade de ser mães.Não te detenhas nos pontos em que a adversidade pareça resistir. Examina os acontecimentos existentes,procura antepor a resistencia do bem em todas as direções e prossegue intimorato na direção do amanhã com a ajuda do tempo, construindo situações novas que te dignifiquem e engrandeçam na estrada que percorres. Desilusões, entraves, dores acompanhadas de dificuldades sem fim, vencerem a passagem do tempo, sem que lhes anotasses a despedida. Prossegue! Não te detenhas ! A vida é renovação constante convidando-nos ao trabalho de servir para que, na aplicação de nosso esforço, aprendamos a valorizar o esforço e a renúncia de todos no campo infinito da Criação.

o orgulho também chega a cegar nossos sentimentos

AMOR MEU,Nem tudo está perdidoVocê ainda me ama que eu seiBrigar não faz sentidoVocê é tudo que eu sempre sonheiNão brigue com meu coraçãoEu tenho tanto amor pra lhe darEu vou te pedir perdão e bem que você podia aceitarO nosso amor foi maravilhosoNão vamos jogar fora um sonho tão bonitoChegou a hora,a gente se adorame leva pro infinitoMeu amor minha doce paixãoSó você tem o meu coraçãoSem você eu fico triste com vontade de chorarMeu amor não deixe tudo se acabar Está tudo em suas mãos Bem que você podia me ajudar, a transformar o tormento do sofrimento em reconciliação e amor intenso!
Meu amor como a vida nos prega peças,Jurei que nunca mais iria lhe dirigira palavra e nem sequer pensar em você.Mais que loucura!Tudo em mim leva à você, meus pensamentos voam,faço força pra te esquecer.Mais fecho meus olhos bem forte, e o que vejo?Vejo você, sinto você,respiro você.Não dá pra agüentar, sei que brigamos, que tudo acabou,Você partiu e disse que era pra nunca mais voltar, que o nosso amor não tinha futuro.Eu na hora, te odiei, um ódio tão forte que eu acreditava que pudesse matar o amor que sentia e sinto por você.Pura ilusão, tanto tempo se passou desde que você se foi e eu não consegui te esquecer, por isso, meu amor,eu lhe peço:Volte pra mim! Esqueça o que passou e vamos começar uma nova vida, um vovo amor...Mais bem juntinhos tá??Volte pra quem sempre te amou...

"ás vezes o orgulho e o medo nús fazem virar as costas para quem agente sente algu, semprese preocupe com o presente o amanhã a deus o pertence então siga o seu coração de vez parar pra olhar o passado siga os seus sentimentos e se preocupe com quem está sendo honesto e está sofrendo também"

sábado, 27 de setembro de 2008

algumas de minhas filosofias

Amar é sofrer um instante de saudade, é sentir um segundo de ciúme e viver um momento de paixão intensa

nunca teremos certeza de algu,mas curte cada segundo de tudo,q uma hora o palacio da cinderela desaba.

agora chegou a minha vez,agora meu alge é forte ninguém tem capacidade de me superar(levante cabeça se tiver coragem de encararme

eu não sei o q acontece em minha vida não sei o quanto q vai durar só sei q vc entrou em minha vida porum bom tempo ali ira habitar

curta todos os segundos da vida pois ela é curta o q importa é ser feliz

agora chegou a minha vez,agora meu alge é forte ninguém tem capacidade de me superar

sorrio msm dou gargalhadas podem falar o q for sou assim msm e minha felicidade todos irão engolir

não sou melhor q ninguém mas procuro ser mais capaz q todo mundo

dificil não é lutar pelo q mais quer e sim dessistir de quem vc senti carinho e pena


Se um dia agente tiver q se encontrar de novo não pense q ira ter outra
Oportunidade. Coitado de vc se pensa assim


Para amar de verdade é preciso se conhecer de verdade. Às vezes, você acorda sorrindo sem razão nenhuma. A paixão é uma dádiva, faz a gente ficar de bem com a vida de uma hora para outra. Em compensação, tem dias que acorda tristes e nem sabemos o porquê, sentido uma enorme solidão. Muitas pessoas passam por isso, e tem dificuldade de entender seus próprios sentimentos sobre o amor. Quer se conhecer mais para amar melhor?


muitas vezes na vida agente se precipta das coisas e acabamos nos surpreendemos com o futuro

eu sou como o lago que se satisfaz com seus limites, mas, sim, como o oceano que está sempre em busca de novos horizontes

Da natureza como um poder

Poder é uma faculdade que se sobrepõe a grandes obstáculos. O mesmo chama-se força quando se sobrepõe também à resistência daquilo que possui ele próprio poder. A natureza considerada no juízo estético como poder que não possui nenhuma força sobre nós, é dinamicamente-sublime. Se a natureza deve ser julgada por nós dinamicamente como sublime, então ela tem que ser representada como suscitando medo seja considerado sublime no nosso juízo estético). Pois no julgamento estético (sem conceito) a superioridade sobre obstáculos pode ser ajuizada somente segundo a grandeza da resistência. Ora aquilo ao qual nos esforçamos por resistir é um mal e, se não consideramos a nossa faculdade à altura dele, é um objecto de medo. Portanto para a faculdade de juízo estética a natureza somente pode valer como poder, por conseguinte como dinamicamente-sublime, na medida em que ela é considerada como objecto do medo. Pode-s porém considerar um objecto temível, sem o temermos na sua presença nomeadamente quando o ajuizamos imaginando simplesmente o caso em que porventura quiséssemos opor-lhe resistência e que em tal caso toda resistência seria perfeitamente vã. Assim o virtuoso teme a Deus sem temer diante dele, porque querer resistir a Deus e aos seus mandamentos não é um caso que ele considere preocupá-lo, mas em cada um desses casos, que ele não considera como em si impossível, reconhece-o como temível. Quem teme não pode absolutamente julgar sobre o sublime da natureza e tão pouco pode julgar sobre o belo quem é tomado de inclinação e apetite. Aquele foge da contemplação de um objecto que lhe incute medo; e é impossível encontrar comprazimento num terror que fosse tomado a sério. Por isso o agrado resultante da cessação de uma situação penosa é o contentamento. Este porém, devido à libertação de um perigo, é um contentamento com o propósito de jamais nos expormos de nova a ele; não gostamos de recordar ma vez sequer aquela sensação, quanto mais procurar a ocasião para tanto. Rochedos audazes e proeminentes, por assim dizer ameaçadores, nuvens de trovões acumulando-se no céu, avançando com relâmpagos e estampidos, vulcões na sua inteira força destruidora, furacões deixando para trás devastação, o ilimitado oceano revolto, uma alta queda d’água de um rio poderoso, etc., tornam a nossa capacidade de resistência de uma pequenez insignificante em comparação com o seu poder. Mas o seu espectáculo só se torna tanto mais atraente, quanto mais terrível ele é, contanto que, somente, nos encontremos em segurança; e de bom grado denominamos estes objectos sublimes, porque eles elevam as forças da alma sobe a sua medida média e permitem descobrir em nós uma faculdade de resistência de espécie totalmente diversa, a qual nos encoraja a medir-nos com a aparente omnipotência da natureza. Pois, assim com na verdade encontramos a nossa própria limitação na incomensurabilidade da natureza e na insuficiência da nossa faculdade para tomar um padrão de medida proporcionado à avaliação estética da grandeza do seu domínio, e contudo também ao mesmo tempo encontramos na nossa faculdade da razão um outro padrão de medida não sensível, que tem em si como unidade aquela própria infinitude e em confronto com o qual tudo na natureza é pequeno, por conseguinte encontramos no nosso ânimo uma superioridade sobre a própria natureza na sua incomensurabilidade: assim também a irresistibilidade do seu poder nos dá a conhecer, considerados como entes da natureza, a nossa impotência física, mas descobre ao mesmo tempo uma faculdade de ajuizar-nos como independentes dela e uma superioridade sobre a natureza, sobre a qual se funda uma autoconservação de espécie totalmente diversa daquela que pode ser atacada e posta em perigo pela natureza fora de nós, com o que a humanidade em nossa pessoa não fica rebaixada, mesmo que o homem tivesse que sucumbir àquela força. Dessa maneira a natureza não é ajuizada como sublime, no nosso juízo estético, enquanto provocadora de medo, porque ela convoca em nós a nossa força (que não é natureza) para considerar como pequeno aquilo que nos preocupa (bens, saúde e vida) e por isso contudo não considerar o seu poder (ao qual sem dúvida estamos submetidos com respeito a essas coisas) absolutamente como uma tal força para nós e para a nossa personalidade, e sob a qual tivéssemos que nos curvar, quando se tratasse dos nossos mais altos princípios da sua afirmação ou seu abandono. Portanto a natureza aqui chama-se sublime simplesmente porque ela eleva a faculdade da imaginação à apresentação daqueles casos nos quais o ânimo pode tornar capaz de ser sentida a sublimidade própria do seu destino, mesmo acima da natureza. Esta auto-estima não perde nada pelo facto de termos de nos sentir seguros para poder sentir este comprazimento entusiasmante; por conseguinte o facto de o perigo não ser tomado a sério não implica que (como poderia parecer) tão pouco se tomaria a sério a sublimidade da nossa faculdade espiritual. Pois o comprazimento concerne aqui somente ao destino da nossa faculdade que se descobre em tal caso, do mesmo modo que a disposição a esta se encontra na nossa natureza, enquanto o desenvolvimento e exercício dessa faculdade nos é confiado e permanece obrigação nossa. E isto é verdadeiro, por mais que o homem, quando estende a sua reflexão até aí, possa ser consciente da sua efectiva impotência momentânea. Este princípio na verdade parece ser demasiadamente pouco convincente e demasiadamente racionalizado, por conseguinte exagerado para um juízo estético; todavia a observação do homem prova o contrário, isto é que ele pode estar no fundamento nos julgamentos mais comuns, embora não se seja sempre consciente do mesmo. Pois que é isto que mesmo para o selvagem é um objecto da máxima admiração? Um homem que não se apavora, que não teme, portanto que não cede ao perigo, mas ao mesmo tempo procede energicamente com inteira reflexão. Até no estado maximamente civilizado prevalece este apreço superior pelo guerreiro; só que ainda se exige, além disso, que ele ao mesmo tempo comprove possuir todas as virtudes da paz, mansidão, compaixão e até conveniente cuidado pela sua própria pessoa: justamente porque nisso é conhecida a invencibilidade do seu ânimo pelo perigo. Por isso se pode ainda polemizar tanto quanto se queria na comparação do estadista com o general sobre a superioridade do respeito que um merece perante o outro; o juízo estético decide em favor do último. Mesmo a guerra, se é conduzida com ordem e com sagrado respeito pelos direitos civis, tem em si algo de sublime e ao mesmo tempo torna a maneira de pensar do povo que a conduz assim, tanto mais sublime quanto mais numerosos eram os perigos a que ele estava exposto e sob os quais tenha podido afirmar-se valentemente. Contrariamente uma paz longa encarrega-se de fazer prevalecer o mero espírito empreendedor, porém com ele o baixo interesse pessoal, a covardia e moleza, e ainda de humilhar a maneira de pensar do povo. Parece entrar em conflito com esta análise do conceito de sublime, na medida em que este é atribuído ao poder, o facto de que nas intempéries, na tempestade, no terramoto, etc., costumamos representar Deus em estado de cólera, mas também apresentando-se na sua sublimidade. Contudo a imaginação de uma superioridade do nosso ânimo sobre os efeitos e, como parece, até sobre as intenções de um tal poder, seria tolice e ultraje ao mesmo tempo. Aqui nenhum sentimento da sublimidade da nossa própria natureza, mas muito mais submissão, anulação e sentimento da total impotência parece ser a disposição do ânimo que convém ao fenómeno de um tal objecto, e que também usualmente se esforça por estar ligada à ideia do mesmo em semelhante evento da natureza. Na religião em geral parece que prosternação, adoração com cabeça inclinada, com gestos e vozes contritos cheios de temor, são o único comportamento conveniente em pesença da divindade, que por isso também a maioria dos povos adoptou e ainda observa. Todavia tão pouco esta disposição do ânimo está em si e necessariamente ligada à ideia da sublimidade de uma religião e do seu objecto. O homem que efectivamente teme, porque ele encontra em si razão para tal, enquanto é autoconsciente de com a sua condenável atitude ofender um poder, cuja vontade é irresistível e ao mesmo tempo justa, não se encontra absolutamente na postura mental para admirar a grandeza divina, para o que são requeridos uma disposição à calma, contemplação e um juízo totalmente livre. Somente quando ele é auto-consciente de sua atitude sincera e agradável a Deus, aqueles efeitos do poder servem para despertar nele a ideia da sublimidade deste ente, na medida em que ele reconhece em si próprio uma sublimidade da atitude conforme àquela vontade e deste modo é elevado acima do medo face a tais efeitos da natureza, que ele não considera como expressões da sua cólera. Mesmo a humildade, como o julgamento não conveniente das suas falhas, que na consciência de boas atitudes facilmente poderiam ser encobertas com a fragilidade da natureza humana, é uma disposição mental sublime de submissão espontânea à dor da auto-repreensão para eliminar pouco a pouco a sua causa. Unicamente deste modo se distingue internamente religião de superstição, a qual não funda no ânimo veneração pelo sublime, mas medo e angústia diante do ente todo poderoso, a cuja vontade o homem aterrorizado se vê submetido, sem contudo a apreciar muito; donde certamente não pode surgir nada senão grangeamento de favor e de simpatia em vez de uma religião da vida recta. Portanto a sublimidade não está contida em nenhuma coisa da natureza, mas só no nosso ânimo, na medida em que podemos ser conscientes de ser superiores à natureza em nós e através disso também à natureza que nos é extremamente (na medida em que influi sobre nós). Tudo o que suscita este sentimento em nós, a que pertence o poder da natureza que desafia as nossas forças, chama-se então (ainda que impropriamente) sublime; e somente sob a pressuposição desta ideia em nós, e em referência a ela, somos capazes de chegar à ideia da sublimidade daquele ente, que nos provoca íntimo respeito não simplesmente através do seu poder, que ele demonstra na natureza, mas ainda mais através da faculdade, que em nós está colocada, de ajuizar sem medo esse poder e pensar o nosso destino como sublime acima dele.

apreendi a viver sem meu grande amor...

Quando o vento levar meus desejosEu poderei enfim viver,Viver para mimPara o mundoPara não só existirComo por dias, meses, e tanto tempoque minha mente já não justifica maisEu só dormi...E me alimentei de sonhosque na realidadeMe tortura, ainda que distante...Feri minha alma pequena sem saber...Tão inútil é nossas vontades!Nem sequer dominam nossos pensamentosImagine o dom do esquecimentoNada mais é que palavras bonitasPura filosofia.Eu quero ver o pôr do solQuero sentir alegriaE tudo mais que me possa fazer sorrir...Mesmo que meus dias, até o último momentoSeja vivido e acariciadoSomente pela brisaDoce, e carregada de ilusões..."

Você Já Percebeu

...Que através do que você faz e da maneira como você vive e pensa, você pode ajudar ou atrapalhar o estado do mundo.Não se deixe mais atrair pelo rodamoinho de caos e confusão, de destruição e devastação, e comece agora a se concentrar na maravilha e na beleza do mundo à volta.Agradeça por tudo.Abençoe todas as pessoas e tudo que você contactar.Recuse-se a ver o que existe de ruim nas pessoas, coisas ou acontecimentos, e procure sempre pelo que há de melhor.Não seja como o avestruz, escondendo a cabeça na areia e se recusando a encarar a realidade do mundo.Simplesmente procure e concentre-se no que há de melhor em tudo e em todos.Você é um pequeno mundo dentro de você mesmo.Existindo paz, harmonia, amor e compreensão bem dentro do seu pequeno mundo, você refletirá tudo isso para o mundo à sua volta.E quando você conseguir isto, estará começando a ajudar toda a condição atual do mundo.

chorar há evidência dá dor

Chorar
Chorar?Como?Como ser humano,Como semelhante,Com toda a singeleza que há,Com toda a franqueza,E... Enquanto é tempo......é tempo.Quando?Pense nas alegrias;Pense nos amigos leais;Extasie-se com o que há de mais belono mundo;Extasie-se com o que há de mais belo na natureza;Por quê?Refrigera a alma.fortifica o ser.dignifica o humano.Unifica as pessoas.

As coisas são inevitáveis

Corri em busca de descobertas,Descobertas que desvendam mistérios,Mistérios sagrados do amor.Tive sede e fome nessa corridaMas agüentei...Continuei a correr.Sabia que valia a pena,De que essas descobertas me mostrariamUm novo mundo,Um mundo de sonhos.Enfim,Cheguei ao final dessa corridaE lá estava o mais doce mistério,De que eu estava frente a frente com minha cara metade...Era o reencontro de duas partes perdidas no mundo.Um mundo sombrioQue transformou as sombras em sonhos.Corri a vida inteira,Atrás de um mistério que mudou a minha vida.Um mundo que me apresentou a felicidadeDepois do cansaço, sede e da fome...Um mundo que me deixou desvendar umDOCE MISTÉRIO.
" mas o destino ás vezes nus propõem coisas ou vem pessoas qur te tiram o que há
de mais belo de duas pessoas o amor na verdade eles não tiram mas conseguem romper"

domingo, 21 de setembro de 2008

saindo da menina indefesa para uma mulher

aos quatorze anos tive depressão onde era aquela garotinha do papai onde tinha tudo
eu sempre cuidei de meus pais na época das três filhas era aquela que garota tinha várias
responsábilidades fora cuidar da familia, cuidava dos meus estudos,cuidava de trinta e cinco crianças que dava catequese que me fizeram amadurecer muito aprendi a ver um outro lado da vida que como podia tantas crianças inocentes com um futuro pela frente sofrendo por falta de amor ,carinho, de estrutura familiar onde encontraram em mim carinho , amor e me adotaram como mãe delas.
Onde o carinho e o afeto que eu deveria encontrar em casa encontrava ali fi deles realmente meuus filhos mas era uma época que por responsábilidades que tinha e de muito cedo apreendi a não confiar nas pessoas guardava os meus problemas e dos outros pra mim.
E só encotrava amor em minha crianças onde não me conformei de ver minha familia que sempre viveu a igreja para mim na época não acreditava que neles podeira encontrar abrigo.
Foi quando me de cai passei mal e fui parar no hospital onde vi que meus pais começaria andar valor em mim.
foi quando que um dia no meio da depresão parei e dei conta que deveria seguir minha vida para de se preocupar um pouco com os outros.
Comecei a conecer o ser humano realmente apreendi a perceber as pessoas e ver como a maioria é falsa.
Foi ai que concordei a não confiar em ninguém minha hoje é traçada de vários jeitos.
Mas com o tempo fui vendo que todos nós somos orgulhosos que queremos falar mas nunca quremos escutar , precisamos sim aprender a baixar o orgulho e escutar as pessoas por mais que não concordamos ás vees podemos tirar frutos com isso